quarta-feira, 14 de abril de 2010

A amizade e a arte de conviver

Nos dias de hoje é desejável que todo ser humano pertença a uma rede fiel e confiável de velhos e bons amigos.
Por isto precisamos rever continuadamente nossa lista de amigos.
Como eles chegaram a esta posição em nossas vidas e qual é o prestígio que desfrutamos com eles.
Não devemos ter dúvidas, que as amizades sinceras são quase sempre fruto de um processo complexo e bilateral de contatos, encontros, diálogos e principalmente de muita convivência.
É inegável que muitos de nós temos tido dificuldade de relacionar.
Por isto ficamos muitas vezes reclusos e sem a fluidez e a naturalidade necessária, para agirmos em nosso espaço de convivência.
No mundo atual o carisma pessoal, profissional e social de uma pessoa, é construído pelo somatório do prestígio positivo ou negativo que esta pessoa gera em seu dia a dia.
Este carisma é na maioria das vezes o responsável pela consolidação de nossas amizades e do nosso prestígio.
Existem alguns paradigmas das relações humanas, que são sustentados por séculos; até alguém mostrar com poucas palavras como eles são incongruentes. Estas constatações podem sem dúvida nos fazer chegar a amizades perenes e também reduzindo os conflitos mundiais.
Chegou à hora de todos nós agregarmos às nossas relações e empreendimentos, valores que possam nos garantir apenas relações confiáveis.
Com certeza as relações confiáveis são fundamentais para quem pretende começar um novo tempo de convivência em sua existência.
Para mim o caminho da boa convivência começa:
• Pela conquista continuada de bons amigos;
• Pela construção de amizades sólidas, vindas de relações harmônicas, respeitosas e comprometidas;
• Pelo aprendizado do diálogo e pela busca de bons acordos para nós e para nossos oponentes ou concorrentes;
• Pela celebração de acordos e alianças bem negociadas e sustentáveis;
• Pela discussão com polidez, sem retaliações e sem constrangimentos;
• Pelo não enfrentamento ou brigas com nossos desafetos, inimigos ou rivais. Aprendendo que não entrar em conflitos e até às vezes recuar chega a ser sábio.
• Porque nos tornamos capazes de negociar discordâncias e conflitos. Transformando conflitos e discórdias em oportunidades de alianças e negócios, consolidando relacionamentos e novas amizades.
Eu entendo que no caminho da boa convivência, precisamos saber também que:
• O afeto, a polidez, a assertividade, a paciência e a prudência podem garantir a construção de uma grande amizade;
• Toda amizade estremecida pode ser revista e reconstruída;
• Em condições normais as pessoas preferem relacionar, fazer negócios, celebrar contratos e empreender com pessoas que já sejam seus garantir a construção de uma grande amizade amigos;
• Em uma negociação desfavorável para qualquer um dos lados, continuamos querendo fazer negócios e contratos com amigos.
• Que o exercício da flexibilização e a busca de bons acordos entre amigos é sempre mais viáveis.
Todo o quadro exposto anteriormente, me leva a crer que o investimento em amizades sinceras e sustentáveis deve sempre estar privilegiado em nossa agenda cotidiana.

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